economia

Um dos países mais pobres do mundo, a economia legal da Guiné-Bissau depende principalmente da agropecuária e da pesca, mas o tráfico de drogas é provavelmente o tipo de comércio mais lucrativo[1]. As plantações de caju cresceram consideravelmente nos últimos anos. O país exporta peixe e frutos do mar assim como pequenas quantidades de amendoim, palmito e madeira[1].

O arroz é o principal cultivo e alimento básico. Entretanto, combates intermitentes entre as tropas do governo, apoiadas pelo Senegal e uma junta militar destruíram muito da infraestrutura e causaram grande prejuízo à economia em 1998. A guerra civil levou a uma redução de 28{4e487dfad11e2be4c581029e10c0d2232ed698278abf3188d7cecf55a60e799b} do produto interno bruto naquele ano, com uma recuperação parcial no período 1999-2002[1]. A produção agrícola caiu algo em torno de 17{4e487dfad11e2be4c581029e10c0d2232ed698278abf3188d7cecf55a60e799b} durante o conflito, assim como a produção de castanhas de caju caíram até 30{4e487dfad11e2be4c581029e10c0d2232ed698278abf3188d7cecf55a60e799b}. Piorando a situação, no ano 2000 o preço das castanhas caíram em 50{4e487dfad11e2be4c581029e10c0d2232ed698278abf3188d7cecf55a60e799b} no mercado internacional, aumentando a devastação começada com a guerra civil.

Em dezembro de 2003 o Banco Mundial, o FMI e a UNDP foram forçados a intervir para fornecer auxílio orçamentário de emergência num total de US$ 107 milhões para o ano de 2004, o que representou mais de 80{4e487dfad11e2be4c581029e10c0d2232ed698278abf3188d7cecf55a60e799b} do orçamento do país[1]. A combinação de perspectivas econômicas limitadas, um governo central fraco e dirigido por uma facção e uma posição geográfica favorável tornaram este país da África Ocidental uma escala do tráfico de drogas para a Europa[1], especialmente em várias ilhas não habitadas do Arquipélago de Bijagós. Estima-se que passem pelo país US$ 1 bilhão em drogas por ano[2].

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